Irlanda, Holanda e Portugal: Os melhores para comprar e arrendar

23 de Novembro, 2016

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A Irlanda, os Países Baixos e Portugal são os melhores destinos para buy-to-let na Europa, de acordo com uma nova pesquisa realizada pela World First.
Segundo o artigo divulgado hoje pelo TheMoveChannel, o principal site independente de imobiliário internacional, que avalia mensalmente o interesse a nível mundial dos investidores, a Irlanda ultrapassou os Países Baixos para se tornar o destino número um na Europa para os proprietários que procuram rendimentos através do arrendamento. O salto da Irlanda de 10º para a posição de destaque na pesquisa da World First é impulsionado pela subida de 6,54%, face aos 5,34% do início do ano.
Na verdade, a renda média de um apartamento T1 numa cidade irlandesa é agora mais de 11 mil libras por ano, tornando-se o segundo país mais caro para arrendar na Europa, depois do Luxemburgo, que custa aos inquilinos mais de 14.000 libras por ano. Em contraste, comprar um T1 na Irlanda custa cerca de 148.000 libras em média, em consonância com os seus homólogos europeus.
O país tornou-se atractivo para investidores, tendo aumentado significativamente nos últimos anos, sobretudo devido ao crescimento da economia na Irlanda, sendo o mais rápido na Europa e sendo seu mercado imobiliário o sexto com o crescimento igualmente mais rápido do mundo. Este pico na procura de investimento na Irlanda é devido também à procura pela cidadania irlandesa após o voto britânico do Brexit.
Os Países Baixos e Portugal são os próximos hotspots europeus com rendimentos médios de 6,35% e 6,33%, respectivamente. Ambos os países têm “preços imobiliários relativamente baixos em comparação com o resto da Europa”, observa o World First. Portugal, em particular, tem vindo a desfrutar de uma recuperação imobiliária estável este ano, com o país regularmente no ranking do TheMoveChannel.com ‘s sendo um dos 10 destinos mais populares.
O Reino Unido subiu seis lugares, passando do 21º para 15º lugar na lista de World First, graças à desaceleração do crescimento dos preços das casas, o que ajudou a melhorar os potenciais rendimentos para os investidores. No fundo da tabela encontram-se a Suécia, Itália e França com retornos baixos no buy-to-let.
Fonte: http://www.diarioimobiliario.pt/

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